
Telefone SINE Igarapé: 3534-1803
Nesta quinta-feira (09/05), a Polícia Militar de Igarapé apreendeu um jovem suspeito de tráfico de drogas. Segundo a PM, o suspeito estava na Praça Cristiano Chaves, no bairro Vale do Amanhecer.
A apreensão aconteceu após uma denúncia anônima. Com o jovem, a PM encontrou dois cigarros de maconha, oito pedras de crack e uma quantia em dinheiro.
O suspeito foi encaminhado para a delegacia da cidade, junto com o material apreendido.
A Prefeitura de São Joaquim de Bicas iniciou, na quarta-feira (8), os trabalhos para a melhoria do sistema de Iluminação pública da cidade. Esta é uma importante reivindicação dos moradores, que receberão o serviço de extensão da rede elétrica em diferentes regiões da cidade. Ao todo, 205 pontos receberão a iluminação.
De acordo com a prefeitura, o objetivo da disponibilização do serviço é melhorar a qualidade da iluminação da via, oferecendo mais segurança e tranquilidade para quem mora e utiliza as vias das regiões atendidas.
Nesta primeira fase serão implantados os pontos de luz nas dos bairros: Tereza Cristina, Nazaré, Primavera, Flor de Minas, Pedra Branca, Santo Antônio, Bicas Velhas, Nossa Senhora da Paz, Recreio do Lago, Fernando Costa, Marques Industrial, Belo Vale, Recanto das Flores e Vila Verde.


Ligado ao partido Democracia Cristã, o vereador Caio Campos é um dos nomes mais citados pelos moradores como uma opção para a Prefeitura de Igarapé em 2020. Caio Campos é conhecido por atuar solitariamente. Tem opiniões peculiares e muito contrárias em relação aos outros representantes do legislativo municipal. Por outro lado, tem se tornado cada vez mais popular, sobretudo nas redes sociais.
O vereador e advogado conta que sempre se interessou por política, e que depois de atuar no setor privado, aos 19 anos, tomou posse em um cargo do Estado, após aprovação em um concurso público. De acordo com ele é preciso que cada vez mais novas pessoas se envolvam com a política, pois só assim a “velha política” não terá o controle de Igarapé, do Estado e do país.
Entrevista do vereador Caio Campos ao Real Publicação
RP: Educação, saúde, segurança pública, assistência social e transporte. Para você, qual destes setores, atualmente, merece maior atenção em Igarapé?
Caio Campos: Educação. Quando se fala de aumentar a atenção, eu considero que se esta falando de definição de prioridades. Não é possível priorizar tudo, porque logicamente, quando se defende a priorização de tudo, na prática não se está priorizando nada. É necessário estabelecer prioridades reais e, na minha opinião, a prioridade deve ser sempre na Educação. Ela é o caminho para que nossa comunidade possa se desenvolver e gerar aumento da qualidade de vida para todos, reduzindo as desigualdades e injustiça social. Proporciona que as pessoas possam se esforçar para alcançar oportunidades melhores.
RP: Em relação à situação econômica do município, você acredita que o potencial total de Igarapé está sendo explorado?
Caio Campos: Não. Há muito potencial para atrairmos empresas. Igarapé está contida na Região Metropolitana de Belo Horizonte, um mercado consumidor de 6 milhões de habitantes; ainda, é cortada pela BR-381, uma das principais rodovias do Brasil, que liga Belo Horizonte a São Paulo. Além disso, a BR-262 está a poucos minutos de nós. Além de todo o potencial logístico, é importante lembrar que o Poder Público municipal conta com muitas áreas. Fiz alguns cálculos sobre as áreas que pertencem à Prefeitura de Igarapé e somam quase 70 hectares se estivesse concentradas em uma única área hipoteticamente. O potencial para um parque industrial é muito grande. Além disso, temos uma vocação relacionada ao turismo não apenas devido à ideia do Parque Ecológico da Pedra Grande, mas também a proximidade com o Museu Internacional do INHOTIM. Vem pessoas do mundo todo visitar o Inhotim. Quantas ficam hospedadas em Igarapé? Há potencial para crescimento e aumento de renda para os cidadãos. Deveríamos estimular mais feiras de artesanato, gastronomia, agricultura familiar, encontros e seminários de esporte e turismo em Igarapé, o que pode gerar mais renda e aumentar a circulação de riquezas.
RP: Você sempre defende o formato de processos seletivos para a ocupação de qualquer vaga em cargos públicos. Você acha que este método deveria ser mais utilizado na atual gestão e mesmo na próxima?
Caios Campos: Com certeza. Eu sou filho de professora e caminhoneiro. As oportunidades que tive consegui porque estudei muito e fui aprovado em concursos públicos. Se eu dependesse de amizade com político, não teria tido nenhuma chance. Ninguém aguenta mais a cultura da peixada e os favores políticos que tiverem muito espaço em nosso Brasil. As pessoas precisam ter chances de disputar as oportunidades. Administração Pública deve ser acessível ao povo. Isso precisa melhorar e muito também em Igarapé.
RP: Por que você considera importante a redução do número de vereadores na Câmara Municipal de Igarapé?
Caio Campos: É uma questão de possibilidade e necessidade. Na minha opinião, não é necessário haver 13 vereadores em Igarapé. A Constituição possibilita que o mínimo seja de 09 para cada cidade e entendo que essa quantidade é suficiente para Igarapé.
Não estamos falando de uma economia a qualquer custo. Estamos falando de um potencial de economia que não vai prejudicar o Poder Legislativo e que poderá implicar maior devolução de recursos da Câmara para a Prefeitura.
Afirmo isso com base em tudo que vi desde que tomei posse. O Poder Legislativo de Igarapé consegue funcionar bem com menos vereadores e a economia potencial é significativa para a realidade do município, sem sacrificar o Poder Legislativo.
Nesse debate, o que mais me surpreende é a tentativa de desviar o assunto por parte de quem é contra. Observem que normalmente tentam debater a ideia criticando quem defende a ideia, mas não debatem a ideia em si. Seria como perguntar para alguém o que ele acha da teoria evolucionista de Darwin e a pessoa falar que a ideia não é boa porque o Darwin era alto, ou careca ou baixo ou cabeludo. Isso se chama falácia. É preciso debater as ideias. Apenas ideias podem superar ideias. É importante a população estar atenta e quem tenta desviar o foco e criando fakenews. Aproveito para deixar alguns dados para reflexão, porque é muito importante formar opinião com base em números evidências, e não em palpites.
Igarapé tem, de acordo com o IBGE, 40.468 habitantes e conta com 13 vereadores; Andradas tem 40.407 e conta com 09 vereadores. Monte Carmelo tem 48.096 e conta com 09 vereadores; Bom Despacho, 49.650 habitantes e tem 09 vereadores. Lagoa da Prata e Esmeraldas têm 5.879 e 68.133 habitantes, respectivamente, e ambas contam com 11 vereadores; Formiga e São Sebastião do Paraíso têm 68.236 e 70.066 habitantes e 10 vereadores. Três Corações conta com 78.474 habitantes e têm 10 vereadores. Isso é, não é uma invenção a idéia de redução do número de vereadores. É uma realidade em muitas cidades e isso não prejudica a qualidade do Poder Legislativo.
Outro argumento interessante é que dizem que o dinheiro se for economizado não fará diferença na vida da população. É outra falácia, porque temos que trabalhar com fatos e números e tenho alguns números interessantes: Em 2010, a Câmara Municipal de Igarapé tinha direito a R$1.656.520,45, economizou e devolveu R$22.430,62 para a prefeitura; em 2011, a Câmara teve R$1.491.906,48, economizou e devolveu R$ 196.241,78; em 2012, recebeu R$2.225.839,90, economizou e a devolução foi de R$218.104,94; em 2013, recebeu R$2.700.000,00, economizou e devolveu R$693.195,66; em 2014, recebeu R$3.204.000,00, economizou e devolveu R$ 1.068.441,17; em 2015, recebeu R$3.604.000,00, economizou e devolveu R$1.197.219,20; em 2016, recebeu R$3.711.000,00, economizou e devolveu R$ 710.965,63; em 2017, recebeu R$3.748.000,00, economizou e devolveu R$ 1.020.000,00. Em 2018, recebeu R$4.003.750,00, economizou e devolveu R$ 1.093.579,54.
Esse dinheiro, quando é devolvido para a prefeitura ele pode ser utilizado para ajudar a custear as diversas despesas da prefeitura. Muitas obras foram viabilizadas graças a esse apoio da Câmara. Assim como muitas consultas médicas. Se hoje não está tão bom, imaginem se não houvesse esse apoio por parte da Câmara?! Não se trata de uma obrigação, mas de uma possibilidade a antecipação de devoluções; porém se chegar saldo no último dia do ano na conta da Câmara, esse valor deve ser devolvido obrigatoriamente para prefeitura.
Existem alguns outros equívocos nas falas de algumas pessoas que são contra, tentando confundir quem está mais desatento, e é muito importante estar atento a elas, mas deixo um exemplo: imagine que na sua casa tenha uma geladeira antiga que consuma muita energia. Com muito esforço, você troca a geladeira ineficiente por outra mais eficiente. Você pode usar a economia na conta de luz para pagar outras despesas. Estão dizendo que não é boa idéia.
Ainda, criticam o porquê de o projeto não ter sido protocolado antes e a resposta é simples, embora desde o início de 2017 eu tenha tentado conseguir apoio para aprovar o projeto, eu não consegui apoio declarado da quantidade necessário em 2017 e nem em 2018 e se não for votado em 2019 não poderá ser votado em 2020, conforme entendimento da corrente majoritária do Direito. Sendo assim, considerando que a Lei Orgânica de Igarapé determina que mudanças de número de vereadores seja por lei complementar e que para apresentar lei complementar basta uma única assinatura, assim foi feito. Embora tenhamos tido dificuldade na tramitação do nosso projeto, a comunidade constatou que se uma lei complementar não poderia servir para reduzir o número de vereadores, também não pode ter validade a Lei Complementar que aumentou de 09 para 13 no passado. É justamente por isso que existe o esforço por parte de alguns vereadores para fixar na Lei Orgânica o número de 13. Devemos seguir atentos em nome de toda a cidade de Igarapé!
RP: Nas redes sociais, e mesmo em meio à população, você é visto como um dos vereadores mais atuantes. Você acredita que este é um fator responsável por você ser um dos nomes citados à prefeitura em 2020?
Caio Campos: Eu agradeço muito à população pela lembrança. Eu tenho a convicção que um representante do povo precisa estar acessível e dar a cara para bater. Meu telefone particular é divulgado nas redes sociais e faço questão de responder a todos que me procuram. A população se sente respeitada quando o representante está acessível. Acho que meu comprometimento em buscar respostas e em dizer a verdade, mesmo que nem sempre agrade a todos, cria uma relação de confiança e a população não quer quem conte histórias bonitinhas, a população quer a verdade, comprometimento, seriedade e disposição para trabalhar. Ninguém aguenta a velha política.
RP: A sua candidatura é possível à Prefeitura de Igarapé em 2020?
Caio Campos: Se for da vontade de Deus e da população, meu nome está à disposição da comunidade. Tenho concentrado minha atenção nas atividades relacionadas ao exercício do mandato de vereador. Igarapé é uma cidade que amamos e que tem um potencial enorme de melhorias que podem refletir no aumento da qualidade de vida da população!
Ligado ao partido Democracia Cristã, o vereador Caio Campos é um dos nomes mais citados pelos moradores como uma opção para a Prefeitura de Igarapé em 2020. Caio Campos é conhecido por atuar solitariamente. Tem opiniões peculiares e muito contrárias em relação aos outros representantes do legislativo municipal. Por outro lado, tem se tornado cada vez mais popular, sobretudo nas redes sociais.
O vereador e advogado conta que sempre se interessou por política, e que depois de atuar no setor privado, aos 19 anos, tomou posse em um cargo do Estado, após aprovação em um concurso público. De acordo com ele é preciso que cada vez mais novas pessoas se envolvam com a política, pois só assim a “velha política” não terá o controle de Igarapé, do Estado e do país.
Entrevista do vereador Caio Campos ao Real Publicação
RP: Educação, saúde, segurança pública, assistência social e transporte. Para você, qual destes setores, atualmente, merece maior atenção em Igarapé?
Caio Campos: Educação. Quando se fala de aumentar a atenção, eu considero que se esta falando de definição de prioridades. Não é possível priorizar tudo, porque logicamente, quando se defende a priorização de tudo, na prática não se está priorizando nada. É necessário estabelecer prioridades reais e, na minha opinião, a prioridade deve ser sempre na Educação. Ela é o caminho para que nossa comunidade possa se desenvolver e gerar aumento da qualidade de vida para todos, reduzindo as desigualdades e injustiça social. Proporciona que as pessoas possam se esforçar para alcançar oportunidades melhores.
RP: Em relação à situação econômica do município, você acredita que o potencial total de Igarapé está sendo explorado?
Caio Campos: Não. Há muito potencial para atrairmos empresas. Igarapé está contida na Região Metropolitana de Belo Horizonte, um mercado consumidor de 6 milhões de habitantes; ainda, é cortada pela BR-381, uma das principais rodovias do Brasil, que liga Belo Horizonte a São Paulo. Além disso, a BR-262 está a poucos minutos de nós. Além de todo o potencial logístico, é importante lembrar que o Poder Público municipal conta com muitas áreas. Fiz alguns cálculos sobre as áreas que pertencem à Prefeitura de Igarapé e somam quase 70 hectares se estivesse concentradas em uma única área hipoteticamente. O potencial para um parque industrial é muito grande. Além disso, temos uma vocação relacionada ao turismo não apenas devido à ideia do Parque Ecológico da Pedra Grande, mas também a proximidade com o Museu Internacional do INHOTIM. Vem pessoas do mundo todo visitar o Inhotim. Quantas ficam hospedadas em Igarapé? Há potencial para crescimento e aumento de renda para os cidadãos. Deveríamos estimular mais feiras de artesanato, gastronomia, agricultura familiar, encontros e seminários de esporte e turismo em Igarapé, o que pode gerar mais renda e aumentar a circulação de riquezas.
RP: Você sempre defende o formato de processos seletivos para a ocupação de qualquer vaga em cargos públicos. Você acha que este método deveria ser mais utilizado na atual gestão e mesmo na próxima?
Caios Campos: Com certeza. Eu sou filho de professora e caminhoneiro. As oportunidades que tive consegui porque estudei muito e fui aprovado em concursos públicos. Se eu dependesse de amizade com político, não teria tido nenhuma chance. Ninguém aguenta mais a cultura da peixada e os favores políticos que tiverem muito espaço em nosso Brasil. As pessoas precisam ter chances de disputar as oportunidades. Administração Pública deve ser acessível ao povo. Isso precisa melhorar e muito também em Igarapé.
RP: Por que você considera importante a redução do número de vereadores na Câmara Municipal de Igarapé?
Caio Campos: É uma questão de possibilidade e necessidade. Na minha opinião, não é necessário haver 13 vereadores em Igarapé. A Constituição possibilita que o mínimo seja de 09 para cada cidade e entendo que essa quantidade é suficiente para Igarapé.
Não estamos falando de uma economia a qualquer custo. Estamos falando de um potencial de economia que não vai prejudicar o Poder Legislativo e que poderá implicar maior devolução de recursos da Câmara para a Prefeitura.
Afirmo isso com base em tudo que vi desde que tomei posse. O Poder Legislativo de Igarapé consegue funcionar bem com menos vereadores e a economia potencial é significativa para a realidade do município, sem sacrificar o Poder Legislativo.
Nesse debate, o que mais me surpreende é a tentativa de desviar o assunto por parte de quem é contra. Observem que normalmente tentam debater a ideia criticando quem defende a ideia, mas não debatem a ideia em si. Seria como perguntar para alguém o que ele acha da teoria evolucionista de Darwin e a pessoa falar que a ideia não é boa porque o Darwin era alto, ou careca ou baixo ou cabeludo. Isso se chama falácia. É preciso debater as ideias. Apenas ideias podem superar ideias. É importante a população estar atenta e quem tenta desviar o foco e criando fakenews. Aproveito para deixar alguns dados para reflexão, porque é muito importante formar opinião com base em números evidências, e não em palpites.
Igarapé tem, de acordo com o IBGE, 40.468 habitantes e conta com 13 vereadores; Andradas tem 40.407 e conta com 09 vereadores. Monte Carmelo tem 48.096 e conta com 09 vereadores; Bom Despacho, 49.650 habitantes e tem 09 vereadores. Lagoa da Prata e Esmeraldas têm 5.879 e 68.133 habitantes, respectivamente, e ambas contam com 11 vereadores; Formiga e São Sebastião do Paraíso têm 68.236 e 70.066 habitantes e 10 vereadores. Três Corações conta com 78.474 habitantes e têm 10 vereadores. Isso é, não é uma invenção a idéia de redução do número de vereadores. É uma realidade em muitas cidades e isso não prejudica a qualidade do Poder Legislativo.
Outro argumento interessante é que dizem que o dinheiro se for economizado não fará diferença na vida da população. É outra falácia, porque temos que trabalhar com fatos e números e tenho alguns números interessantes: Em 2010, a Câmara Municipal de Igarapé tinha direito a R$1.656.520,45, economizou e devolveu R$22.430,62 para a prefeitura; em 2011, a Câmara teve R$1.491.906,48, economizou e devolveu R$ 196.241,78; em 2012, recebeu R$2.225.839,90, economizou e a devolução foi de R$218.104,94; em 2013, recebeu R$2.700.000,00, economizou e devolveu R$693.195,66; em 2014, recebeu R$3.204.000,00, economizou e devolveu R$ 1.068.441,17; em 2015, recebeu R$3.604.000,00, economizou e devolveu R$1.197.219,20; em 2016, recebeu R$3.711.000,00, economizou e devolveu R$ 710.965,63; em 2017, recebeu R$3.748.000,00, economizou e devolveu R$ 1.020.000,00. Em 2018, recebeu R$4.003.750,00, economizou e devolveu R$ 1.093.579,54.
Esse dinheiro, quando é devolvido para a prefeitura ele pode ser utilizado para ajudar a custear as diversas despesas da prefeitura. Muitas obras foram viabilizadas graças a esse apoio da Câmara. Assim como muitas consultas médicas. Se hoje não está tão bom, imaginem se não houvesse esse apoio por parte da Câmara?! Não se trata de uma obrigação, mas de uma possibilidade a antecipação de devoluções; porém se chegar saldo no último dia do ano na conta da Câmara, esse valor deve ser devolvido obrigatoriamente para prefeitura.
Existem alguns outros equívocos nas falas de algumas pessoas que são contra, tentando confundir quem está mais desatento, e é muito importante estar atento a elas, mas deixo um exemplo: imagine que na sua casa tenha uma geladeira antiga que consuma muita energia. Com muito esforço, você troca a geladeira ineficiente por outra mais eficiente. Você pode usar a economia na conta de luz para pagar outras despesas. Estão dizendo que não é boa idéia.
Ainda, criticam o porquê de o projeto não ter sido protocolado antes e a resposta é simples, embora desde o início de 2017 eu tenha tentado conseguir apoio para aprovar o projeto, eu não consegui apoio declarado da quantidade necessário em 2017 e nem em 2018 e se não for votado em 2019 não poderá ser votado em 2020, conforme entendimento da corrente majoritária do Direito. Sendo assim, considerando que a Lei Orgânica de Igarapé determina que mudanças de número de vereadores seja por lei complementar e que para apresentar lei complementar basta uma única assinatura, assim foi feito. Embora tenhamos tido dificuldade na tramitação do nosso projeto, a comunidade constatou que se uma lei complementar não poderia servir para reduzir o número de vereadores, também não pode ter validade a Lei Complementar que aumentou de 09 para 13 no passado. É justamente por isso que existe o esforço por parte de alguns vereadores para fixar na Lei Orgânica o número de 13. Devemos seguir atentos em nome de toda a cidade de Igarapé!
RP: Nas redes sociais, e mesmo em meio à população, você é visto como um dos vereadores mais atuantes. Você acredita que este é um fator responsável por você ser um dos nomes citados à prefeitura em 2020?
Caio Campos: Eu agradeço muito à população pela lembrança. Eu tenho a convicção que um representante do povo precisa estar acessível e dar a cara para bater. Meu telefone particular é divulgado nas redes sociais e faço questão de responder a todos que me procuram. A população se sente respeitada quando o representante está acessível. Acho que meu comprometimento em buscar respostas e em dizer a verdade, mesmo que nem sempre agrade a todos, cria uma relação de confiança e a população não quer quem conte histórias bonitinhas, a população quer a verdade, comprometimento, seriedade e disposição para trabalhar. Ninguém aguenta a velha política.
RP: A sua candidatura é possível à Prefeitura de Igarapé em 2020?
Caio Campos: Se for da vontade de Deus e da população, meu nome está à disposição da comunidade. Tenho concentrado minha atenção nas atividades relacionadas ao exercício do mandato de vereador. Igarapé é uma cidade que amamos e que tem um potencial enorme de melhorias que podem refletir no aumento da qualidade de vida da população!
A obra de revitalização do Córrego Fundo, uma das mais importantes e esperada pela população de Igarapé, segue paralisada. A previsão inicial era de que o serviço fosse concluído em abril deste ano.
Questionada sobre a paralisação da obra, a prefeitura informou que o contrato com a empresa vencedora da licitação está sendo encerrado porque a empreiteira atrasou – de maneira injustificada – o cronograma das obras de canalização do trecho do Córrego Fundo, na avenida Valdomiro Nunes.
Ainda segundo a prefeitura, as providências administrativas e jurídicas estão sendo tomadas para retomar a obra. “Após encerramento do contrato, será solicitada nova autorização de licitação junto ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Na sequência, será publicada a data de licitação, conforme previsto pela Lei 8666/93”, informou o órgão por meio de nota oficial.
O cronograma-físico financeiro informa que para a realização da obra do Córrego Fundo foi firmado o convênio em parceria com o Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). O valor da obra seria ao equivalente a R$2.169.632,44.
Problemas anteriores
Em agosto de 2018 a obra já havia sido paralisada. No projeto inicial não foi constatado itens que ressaltavam a necessidade de proteger o surgimento de possíveis cursos de água. O projeto contemplava somente cinco etapas, que dizem respeito aos serviços preliminares, drenagem, terraplanagem, pavimentação e obras complementares.
A prefeitura informou, na época, que durante a escavação inicial verificou-se a necessidade de complementar o projeto para garantir a qualidade e a segurança da obra, uma vez que se trata de uma área brejada.

A obra de revitalização do Córrego Fundo, uma das mais importantes e esperada pela população de Igarapé, segue paralisada. A previsão inicial era de que o serviço fosse concluído em abril deste ano.
Questionada sobre a paralisação da obra, a prefeitura informou que o contrato com a empresa vencedora da licitação está sendo encerrado porque a empreiteira atrasou – de maneira injustificada – o cronograma das obras de canalização do trecho do Córrego Fundo, na avenida Valdomiro Nunes.
Ainda segundo a prefeitura, as providências administrativas e jurídicas estão sendo tomadas para retomar a obra. “Após encerramento do contrato, será solicitada nova autorização de licitação junto ao Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). Na sequência, será publicada a data de licitação, conforme previsto pela Lei 8666/93”, informou o órgão por meio de nota oficial.
O cronograma-físico financeiro informa que para a realização da obra do Córrego Fundo foi firmado o convênio em parceria com o Banco do Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG). O valor da obra seria ao equivalente a R$2.169.632,44.
Problemas anteriores
Em agosto de 2018 a obra já havia sido paralisada. No projeto inicial não foi constatado itens que ressaltavam a necessidade de proteger o surgimento de possíveis cursos de água. O projeto contemplava somente cinco etapas, que dizem respeito aos serviços preliminares, drenagem, terraplanagem, pavimentação e obras complementares.
A prefeitura informou, na época, que durante a escavação inicial verificou-se a necessidade de complementar o projeto para garantir a qualidade e a segurança da obra, uma vez que se trata de uma área brejada.

A Mineração Morro do Ipê está com vagas de estágio disponíveis. Os interessados devem enviar o currículo até o próximo dia 10, no e-mail recrutamento@ipemineracao.com , com o assunto “Estágio – área de atuação desejada -“.
As vagas são para estudantes graduandos dos cursos de Comunicação, Administração, Direito, Meio Ambiente e Recursos Humanos. Dentre os requisitos, está o curso de inglês, conhecimento em informática e estar no quinto período.
A bolsa auxilio é de R$ 1.000, com refeição na empresa e transporte para Betim, Brumadinho, Igarapé e São Joaquim de Bicas. Entre os benefícios também está o plano de saúde, atendimento odontológico e seguro de vida.
As especulações de candidatos para as campanhas eleitorais de 2020 já começaram. Em Igarapé, alguns nomes têm sido citados pela própria população, a maioria deles de pessoas que já estão inseridas na política, como vereadores e até mesmo ex-prefeitos. Em uma enquete realizada pelo Real Publicação em rede social, o vereador Leandro Barbado (PSL) foi um dos nomes citados pela opinião popular.
A história de Leandro Barbado como representante político começou pelo seu pai Norberto Barbado, que sempre esteve envolvido na política da cidade. De acordo com Leandro, o interesse pela atuação na área surgiu ainda na infância, com a visão de que poderia fazer mais pela sua cidade. Leandro Barbado já foi filiado a outros partidos, mas desde 2015 pertence ao Partido Social Liberal. Em 2016 Barbado se candidatou e foi eleito à Câmara Municipal de Igarapé.
Confira, na íntegra, a entrevista de Leandro Barbado ao Real Publicação
RP: Educação, saúde, segurança pública, assistência social e transporte. Para você, qual destes setores, atualmente, merece maior atenção em Igarapé?
Leandro Barbado: Todos os setores merecem o máximo de atenção no nosso município, contudo, sabemos que a educação é primordial para o desenvolvimento de uma sociedade no âmbito econômico, social e cultural. É a forma mais legítima de ascensão social, e, portanto, deve sempre ter uma atenção especial.
Através da educação podemos combater a criminalização e ainda ter um mercado de trabalho mais qualificado.
Como dito inicialmente, todos os setores, sem distinção, merecem o máximo de atenção e dedicação. Inclusive, desde o início do meu mandato tenho cobrado, incansavelmente, a melhoria no transporte público. Em diversas ocasiões fiz o uso do transporte intermunicipal e municipal para ouvir a demanda dos usuários, onde tive a oportunidade de sentir de perto o descaso com a população. Tenho buscado incessantemente, junto ao executivo municipal, as empresas responsáveis e alguns parlamentares, a melhora no nosso transporte público.
RP: Em relação à situação econômica do município, você acredita que o potencial total de Igarapé está sendo explorado?
Leandro Barbado: Já iniciamos diálogo com algumas empresas e com o executivo, visando à viabilização de um terreno para ampliação e construção de algumas empresas, podendo gerar mais de 300 empregos para o nosso município. Venho contando com o apoio dos vereadores Paulo e Hamilton.
Recentemente tive uma reunião com o ministro do turismo, Marcelo Álvaro, para viabilizar o desenvolvimento turístico do nosso município e melhorias na estrutura da Pedra Grande. É sabido que a cada cinco empregos gerados no Brasil, um é proveniente do turismo.
Acredito que podemos melhorar e muito o potencial econômico do nosso município, atraindo empresas e gerando empregos.
RP: Qual a sua opinião sobre a redução do número de vereadores na Câmara Municipal de Igarapé?
Leandro Barbado: Foi um projeto totalmente político, visando criar um conflito da sociedade com o legislativo municipal, onde os próprios autores sabiam que se tratava de um projeto inconstitucional, e, portanto não poderia em nenhuma hipótese ser aprovado.
A economia do dinheiro público sempre será a minha prioridade, como prova, fui o único vereador a votar contra o ajuste salarial dos vereadores e prefeito. Em contrapartida, os vereadores que apresentaram o projeto para a redução do número de vereadores, com a enganosa propaganda de economia do dinheiro público, votaram a favor do aumento salarial. Nesse ponto, questiono: Cadê a boa intenção dos autores desse projeto? Se de fato queriam economizar o dinheiro público, por qual motivo votaram a favor de aumentar o próprio salário? Acho bastante contraditório dizer que está apresentando um projeto para economizar dinheiro público e votar a favor do ajuste do próprio salário.
A intenção de promoção política ficou tão evidente que não bastasse apresentar um projeto inconstitucional, tendo como um dos autores um advogado o qual suponho conhecer a constituição, a apresentação ocorreu justamente um ano antes das eleições. Bom, se a intenção foi unicamente poupar dinheiro público, porque não foi apresentado no início do mandato? Para mim, nesse ponto, fica clara a intenção de promoção política perante a sociedade.
Ademais, a redução do número de vereadores não acarretaria em economia do dinheiro público, muito pelo contrário, o salário dos vereadores sofreria aumento. A verba destinada à câmara continuaria sendo a mesma, automaticamente ao reduzir o número de vereadores sobraria mais dinheiro e consequentemente ocorreria o aumento dos salários. Cadê a economia?
É como se tivéssemos um queijo que é fatiado para 13 vereadores, ocorrendo a redução do número de vereadores, o mesmo queijo seria fatiado para 09, ou seja, o tamanho do queijo (verba destinada a câmara) continuará o mesmo, porém as fatias serão maiores (salários dos vereadores mais altos).
Evidente a farsa da redução de custos e a intenção de propagar uma falsa esperança de economia pública. Acredito em boa representatividade, Igarapé está crescendo e se não fosse pelo empenho de diversos vereadores em buscar recursos públicos a situação financeira do município estaria pior. Temos bons vereadores, porém sabemos que nem todos desempenham seu efetivo papel. Contudo, cabe ao povo escolher e renovar a representatividade.
Por todos esses motivos, meu voto foi contrário, pois além de ser um projeto inconstitucional, não ficou comprovada a economia do dinheiro público.
RP: Atualmente, você acredita que o diálogo do Executivo tem sido claro tanto com a população quanto com o Legislativo? Você considera este contato importante?
Leandro Barbado: Com a população acredito que o diálogo do Executivo não tem se mostrado claro, por exemplo, a obra do córrego fundo está paralisada e o executivo não viabiliza informações para a população sobre o motivo. Nesse ponto, acredito que tem muito que melhorar.
Já em relação ao dialogo do executivo com o legislativo, algumas secretarias tem mantido uma comunicação transparente como Meio Ambiente, Saúde e Educação. Já as demais secretarias carecem de uma melhor comunicação com o legislativo.
RP: A sua candidatura é possível à Prefeitura de Igarapé em 2020?
Leandro Barbado: A minha candidatura ainda é incerta. É uma decisão que exige cautela e deve ser tomada com a consciência que exercer o cargo de chefe do executivo municipal com o nosso atual cenário econômico é tarefa árdua.
Contudo, acho importante termos um maior número de candidatos à prefeitura de Igarapé, isso proporcionará uma disputa mais coerente, justa e ainda concederá à população a chance de uma escolha mais consciente, baseada em diversas propostas e ideias, não baseada somente em dois lados, onde muitas vezes somos obrigados a escolher o “menos pior”.
Fico feliz com o apoio que tenho recebido do meu partido e de diversos moradores do nosso município. Isso me motiva a continuar fazendo o meu trabalho pautado na ética, buscando de forma incansável melhorias para a nossa cidade.
Quando minha decisão for tomada, naturalmente e com a devida publicidade chegará ao conhecimento de todos. Até lá, peço a Deus sabedoria e discernimento para tomar a melhor decisão para todos nós. Por fim, como um cidadão apaixonado por Igarapé, desejo que tenhamos bons candidatos na próxima eleição e que nossos eleitores façam uma boa escolha.

De acordo com o Ministério da Saúde, em 2019 Minas Gerais registrou 209.276 casos prováveis (casos confirmados + suspeitos) de dengue (dados atualizados em 06/05). Foram confirmados 25 óbitos por dengue dos municípios de Arcos (1), Betim (9), Contagem (2), Frutal (1), Ibirité (1), Paracatu (1), Uberlândia (8) e Unaí (2). Ao todo são 82 óbitos em investigação por dengue.
Nas cidades de Igarapé, São Joaquim de Bicas e Betim, as secretarias municipais de Saúde reforçam as ações e campanhas de conscientização contra a dengue. O Ministério da Saúde também alerta que o sistema de vigilância de estados e municípios e toda a população reforcem os cuidados para combater o mosquito.
O município, que tem cerca de 30.989 habitantes (IBGE), informou que até o dia 6 de maio deste ano, 934 casos foram notificados, destes, 38 foram confirmados e 31 descartados laboratorialmente. De acordo com a Prefeitura de São Joaquim de Bicas, estão sendo realizadas buscativas pelos agentes de saúde em relação aos casos que ainda não coletaram amostras de sorologia para realização do exame. A Secretaria Municipal de Saúde informou, ainda, que realizou o isolamento viral de algumas amostras de pacientes com suspeita de dengue tipo 2.

Em Betim, cidade com mais 400 mil habitantes (IBGE), a situação é de epidemia. Até a última segunda-feira (06), 9 mortes foram confirmadas e outras 7 estão em investigação. A notificação da doença chega a 23.829, destes, 15.683 foram confirmados. Dentre as principais ações do município está a implantação de duas unidades de hidratação, uma no bairro Teresópolis e outra no Espírito Santo. Nas duas unidades os atendimentos são específicos para pacientes com dengue.

Com 42.246 mil habitantes, Igarapé apresenta, até a data de hoje, 1849 casos notificados com suspeita de dengue e 211 confirmados. De acordo com a Prefeitura de Igarapé, dentre as ações de combate à dengue destaca-se o trabalho da equipe de agentes de controle de endemias, que realizam visitas domiciliares – continuamente -, para evitar proliferação de criadouros do mosquito. Ainda segundo a prefeitura, durante 18 dias foi realizada a pulverização inseticida com o carro fumacê em todos os bairros com maior número de casos suspeitos de dengue.
Por dez dias a equipe do Departamento de Zoonoses de Igarapé recebeu apoio da Força-Tarefa de Combate à Dengue da Secretaria de Estado de Saúde (SES). O grupo, constituído de 16 agentes de endemias, juntou-se aos 14 profissionais do município para intensificar as ações de combate ao mosquito transmissor da dengue e de outras arboviroses como chikungunya, zika vírus e febre amarela urbana.
