Sexta-feira, 23/10/2020

Gerais

Moradores dariam presentes inusitados pelo aniversário de Igarapé

Praça da Matriz na década de 60. Foto: arquivo da Prefeitura de Igarapé

No dia 1º de março, Igarapé completa 56 anos de emancipação. Chamada carinhosamente de cidade menina, o antigo povoado já foi nomeado de Lagoa dos Pombos, Barreiro e em 1938 de vila Igarapé.

O tempo passou, mas a ânsia pelo progresso continua presente nos corações dos moradores. O Real Publicação fez uma brincadeira nas redes sociais, perguntando o que o igarapeense daria de presente para o município. Os resultados foram inusitados. E a principal característica dos “presentes” foi a esperança de uma Igarapé com qualidade de vida para todos.

História

A atual cidade de Igarapé teve suas bases iniciais de ocupação do território no “garimpo de ouro” no distrito de São Joaquim de Bicase posteriormente na agropecuária. Para estabelecermos, sem margem de erros, as origens de uma cidade, devemos tomar como base fatos reais e não simplesmente pessoas. Certamente centenas de anos antes, por aqui já existiam fazendas e diversas famílias com residências fixas.

Com base em documentos podemos afirmar que por volta de 1830, já existia muita gente vivendo no próprio local que seria mais tarde o Barreiro e, posteriormente, a cidade de Igarapé. Mas estas pessoas nada fizeram de notável para que delas tivéssemos sólidas lembranças. Suas principais ocupações eram o trabalho rotineiro na fazenda e o objetivo que tinham em mente era o desenvolvimento econômico de seu próprio negócio. Ninguém, talvez, tivesse sequer o pensamento de construir algo em benefício comum, por exemplo, a construção de determinado trecho de estradas que favorecesse o transporte entre as fazendas. Portanto, a ideia de que a origem da cidade remonta a estas antigas fazendas aqui existentes, não pode ser tomada como o marco da fundação de Igarapé. Afinal, naqueles tempos, ninguém antevia a possibilidade de vir a ser aquele lugar, a cidade que hoje vemos.

Em 1880, quando o distrito de São Joaquim de Bicas entrava na sua fase de florescência, com a igreja, vigário e até Cartório de Paz, o Barreiro era constituído apenas por fazendas e fazendeiros. Aliás, é provável que nem o nome Barreiro já tivesse sido dado ao local, pois, só em 1894 encontramos em documentos o nome Barreiro. Já nessa época encontramos aqui diversas famílias que teriam sido alicerces sobre a qual se solidificou a cidade. A divisão de 1911 foi outro fato importante para o progresso. O Barreiro que era constituído de velhas fazendas, e, conforme já foi dito, tornou-se um lugar cobiçado por centenas de pessoas. Daí nasceu a necessidade de se criar casas comerciais e a construção de uma capela maior.

Fonte: Prefeitura de Igarapé

Deixe um comentário

RUA MIGUEL HENRIQUES DA SILVA, Nº4, CENTRO, IGARAPÉ-MG


CONTATO: (31) 9 9858-1002

error: Conteúdo protegido contra plágio!