Quarta-feira, 08/04/2020

Gerais

Aprovada PEC do pagamento automático do piso nacional aos professores em Minas

Professores estaduais lotaram as galerias do plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais durante a aprovação, na manhã desta quarta-feira, da Proposta de Emenda da Constituição do Estado (PEC) que determina o pagamento automático do piso nacional de R$ 2.455,35 à categoria. O texto também torna automática a aplicação dos reajustes em nível nacional.

Minas ainda não paga o piso aos educadores. Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE/MG), os professores recebem em média entre R$ 2 mil e R$ 2,2 mil como vencimento básico inicial. O coordenador da entidade, Paulo Henrique Fonseca, afirma que o estado tem dinheiro. “Através do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, demonstramos que há a possibilidade de se pagar o piso.”

Mesmo com a crise econômica pela qual passa o estado, inclusive com o parcelamento de salários dos servidores, Fonseca declarou acreditar que o governo cumprirá a regra. “Quando não há recursos, o que a legislação prevê é que primeiro se corte os cargos comissionados, não deixa de pagar os professores do estado”, argumentou.

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Aprovada PEC do pagamento automático do piso nacional aos professores em Minas

Professores estaduais lotaram as galerias do plenário da Assembleia Legislativa de Minas Gerais durante a aprovação, na manhã desta quarta-feira, da Proposta de Emenda da Constituição do Estado (PEC) que determina o pagamento automático do piso nacional de R$ 2.455,35 à categoria. O texto também torna automática a aplicação dos reajustes em nível nacional.

Minas ainda não paga o piso aos educadores. Segundo o Sindicato Único dos Trabalhadores em Educação (Sind-UTE/MG), os professores recebem em média entre R$ 2 mil e R$ 2,2 mil como vencimento básico inicial. O coordenador da entidade, Paulo Henrique Fonseca, afirma que o estado tem dinheiro. “Através do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos, demonstramos que há a possibilidade de se pagar o piso.”

Mesmo com a crise econômica pela qual passa o estado, inclusive com o parcelamento de salários dos servidores, Fonseca declarou acreditar que o governo cumprirá a regra. “Quando não há recursos, o que a legislação prevê é que primeiro se corte os cargos comissionados, não deixa de pagar os professores do estado”, argumentou.

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