Domingo, 05/04/2020

Gerais

Em Hospital de Contagem, Polícia Civil prova tráfico de crianças

Organização criminosa negocia crianças por R$30 mil

 Na manhã desta segunda-feira (12/03), o delegado regional de Contagem, Christiano Augusto Xavier Ferreira informou, em uma coletiva de imprensa, que as investigações estão avançadas e apontam para uma grande quadrilha especializada na compra e venda ilegal de crianças. Provas recolhidas durante investigação da Polícia Civil indicam que crianças foram negociadas por R$30 mil.

“As investigações aprofundaram muito. Além de análises em celulares, foram feitas entrevistas e interrogatórios. Verificamos que existe uma organização criminosa com envolvimento de pessoas da Itália e Estados Unidos, que usam grupos de WhatsApp e Facebook, por onde as crianças eram vendidas e compradas livremente. Inclusive, em alguns ‘barriga de aluguel’ – como são chamados os grupos – falam em valores de R$30 mil para a negociação dos bebês,” explicou o delegado.

O caso foi descoberto na última terça-feira, quando a Polícia Militar prendeu uma mãe que negociava a filha com quatro pessoas de um grupo chamado Barriga de Aluguel. Os integrantes aguardavam o nascimento da criança no saguão da Maternidade do Hospital de Contagem.

Até o momento, há quatro detidos que estão à disposição da Justiça e as investigações continuam para apurar se brasileiros que moram no exterior e também participavam dos grupos nas redes socais, eram mediadores das negociações ou compradores das crianças.

Informações: Portal EM

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Em Hospital de Contagem, Polícia Civil prova tráfico de crianças

Organização criminosa negocia crianças por R$30 mil

 Na manhã desta segunda-feira (12/03), o delegado regional de Contagem, Christiano Augusto Xavier Ferreira informou, em uma coletiva de imprensa, que as investigações estão avançadas e apontam para uma grande quadrilha especializada na compra e venda ilegal de crianças. Provas recolhidas durante investigação da Polícia Civil indicam que crianças foram negociadas por R$30 mil.

“As investigações aprofundaram muito. Além de análises em celulares, foram feitas entrevistas e interrogatórios. Verificamos que existe uma organização criminosa com envolvimento de pessoas da Itália e Estados Unidos, que usam grupos de WhatsApp e Facebook, por onde as crianças eram vendidas e compradas livremente. Inclusive, em alguns ‘barriga de aluguel’ – como são chamados os grupos – falam em valores de R$30 mil para a negociação dos bebês,” explicou o delegado.

O caso foi descoberto na última terça-feira, quando a Polícia Militar prendeu uma mãe que negociava a filha com quatro pessoas de um grupo chamado Barriga de Aluguel. Os integrantes aguardavam o nascimento da criança no saguão da Maternidade do Hospital de Contagem.

Até o momento, há quatro detidos que estão à disposição da Justiça e as investigações continuam para apurar se brasileiros que moram no exterior e também participavam dos grupos nas redes socais, eram mediadores das negociações ou compradores das crianças.

Informações: Portal EM

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