O Ministério Público de Minas Gerais abriu inquérito civil para apurar a falta de profissionais de apoio na rede municipal de ensino de Betim.
A medida ocorre após denúncias de mães de crianças com deficiência e neurodivergência, que relatam dificuldades no acesso ao suporte adequado nas escolas.
Segundo o órgão, uma reunião com a Secretaria de Educação foi realizada no dia 26 de março, quando a pasta teria se comprometido a apresentar solução em até 15 dias. As famílias, no entanto, afirmam que não houve mudanças.
Relatos apontam falta de profissionais qualificados, alta rotatividade e sobrecarga nas salas. Também há críticas à ausência de planejamento pedagógico adaptado e à não consideração de laudos médicos para concessão de atendentes.
As famílias afirmam ainda que a rede municipal teria mais de 900 crianças sem acompanhamento adequado.
Segundo relatos, o prefeito Heron Guimarães avalia a contratação emergencial de profissionais para amenizar a situação. Procurada, a Prefeitura de Betim não respondeu até a publicação desta reportagem.













